quinta-feira, 18 de outubro de 2007
Ah quem me dera ir-me
contigo agora
a um horizonte firme
comum embora
ah quem me dera amar-te
sem mais ciumes
de alguém em algum lugar
que nem presumes
ah quem me dera ver-te
sempre ao meu lado
sem precisar dizer-te
jamais cuidado
ah quem me dera ter-te
como um lugar plantado no chao verde
para eu morar-te
ah quem me dera ter-te
morar-te até morrer-te
contigo agora
a um horizonte firme
comum embora
ah quem me dera amar-te
sem mais ciumes
de alguém em algum lugar
que nem presumes
ah quem me dera ver-te
sempre ao meu lado
sem precisar dizer-te
jamais cuidado
ah quem me dera ter-te
como um lugar plantado no chao verde
para eu morar-te
ah quem me dera ter-te
morar-te até morrer-te
domingo, 14 de outubro de 2007
O vento soprou o meu cabelo
E levou consigo minha ilusão de felicidade....
A noite já caia, e minha vontade era só andar...
Andar para algum lugar que me faça bem!
De repente olhei para os postes,
Que começavam a se acender,
Foi quando notei que a luminosidade dos postes se expandia...
Expandia-se como tinta no papel molhado.
A luz só se espalhava por causa de uma lagrima que já é costumeira...
Ela sempre tenta cair quando o sol se vai...
Por uma fração de segundos eu me perguntei:
-O que eu estou fazendo aqui?
-Será que não permitir que essa lagrima caia é questão de coragem?
Um nó se formou na minha garganta...
Era um bolo de palavras e sensações que pareciam feridas antigas...
Aquelas que por mais que pareçam cicatrizadas, sempre vai ser um local mais sensível, sujeito a abrir com mais facilidade.
O meu jeito ainda não me permite fazer nada que não seja engoli-lo...!
...Eu nunca sei como terminar o que escrevo, mas dessa vez vou encarar isso como um ponto de partida...
O meu ponto de partida para algum lugar...
Algum lugar que a minha posição defensiva não seja necessária para a minha sobrevivência!
E levou consigo minha ilusão de felicidade....
A noite já caia, e minha vontade era só andar...
Andar para algum lugar que me faça bem!
De repente olhei para os postes,
Que começavam a se acender,
Foi quando notei que a luminosidade dos postes se expandia...
Expandia-se como tinta no papel molhado.
A luz só se espalhava por causa de uma lagrima que já é costumeira...
Ela sempre tenta cair quando o sol se vai...
Por uma fração de segundos eu me perguntei:
-O que eu estou fazendo aqui?
-Será que não permitir que essa lagrima caia é questão de coragem?
Um nó se formou na minha garganta...
Era um bolo de palavras e sensações que pareciam feridas antigas...
Aquelas que por mais que pareçam cicatrizadas, sempre vai ser um local mais sensível, sujeito a abrir com mais facilidade.
O meu jeito ainda não me permite fazer nada que não seja engoli-lo...!
...Eu nunca sei como terminar o que escrevo, mas dessa vez vou encarar isso como um ponto de partida...
O meu ponto de partida para algum lugar...
Algum lugar que a minha posição defensiva não seja necessária para a minha sobrevivência!
quinta-feira, 11 de outubro de 2007
Hoje eu tô bicho do mato
Quero ficar só
Meu tempo o tempo todo
Sigo cada passo devagar
Sandália de dedo
Telefone que não toque
Tenho alguma coisa para dizer,
mas hoje não
Som que escuto é silêncio bom
Saudade de cada canto da sala
Porta fechada
Mundo de fora trancado aqui dentro
Você não vai entender
Você vai duvidar
Mas é só isso
Hoje eu só quero ficar só
Fone de ouvido na cabeça Milhões de coisas para pensar
Quarto quadrado, caneta e papel na mesa
Tudo me esperando
Nesse silêncio escuto tudo
Cada virada de página
Vento batendo na janela
Amor de vizinho, escuto tudo
Não sei quanto tempo mais fico por aqui
Não me sinto só, estou bem acompanhada
Espero a hora
Vem me buscar
Vem me lembrar que tudo volta
Quero ficar só
Meu tempo o tempo todo
Sigo cada passo devagar
Sandália de dedo
Telefone que não toque
Tenho alguma coisa para dizer,
mas hoje não
Som que escuto é silêncio bom
Saudade de cada canto da sala
Porta fechada
Mundo de fora trancado aqui dentro
Você não vai entender
Você vai duvidar
Mas é só isso
Hoje eu só quero ficar só
Fone de ouvido na cabeça Milhões de coisas para pensar
Quarto quadrado, caneta e papel na mesa
Tudo me esperando
Nesse silêncio escuto tudo
Cada virada de página
Vento batendo na janela
Amor de vizinho, escuto tudo
Não sei quanto tempo mais fico por aqui
Não me sinto só, estou bem acompanhada
Espero a hora
Vem me buscar
Vem me lembrar que tudo volta
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